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Sáb, 23 de Agosto de 2014
A ARCA DO CONCERTO ONDE ESTA ? PDF Imprimir E-mail

O QUE FOI E ONDE ESTA A ARCA DOP CONCERTO

Da Redação

Ron Wyatt faleceu, infelizmente, em 4 de agosto de 1999 num hospital do Memphis (Estados Unidos) depois de batalhar contra o câncer por vários meses. Esteve rodeado por sua família e amigos durante suas horas finais, e dormiu em Jesus às 5:41 da manhã.

Ron Wyatt era Adventista do Sétimo Dia e ficou famoso por seu descobrimento da Arca de Noé, no sítio do navio encontrado na Região do Monte Ararat da Turquia, a muitos pés acima do nível do mar. Através dos anos, Ron continuou escavando distintos sítios arqueológicos, que atestam que as histórias narradas no Antigo e Novo Testamento da Bíblia são verdadeiras.

Entre seus achados figuram o descobrimento dos restos da Sodoma e Gomorra; o lugar do cruzamento dos israelitas pelo Mar Vermelho durante o êxodo, apoiado com um vídeo que mostra partes de carruagens do exército do Faraó sob o mar, e colunas eretas pelo rei Salomão, 400 anos depois, para comemorar o feito. O verdadeiro Monte Sinai, com a rocha que Moisés partiu para que fluísse a água, quando os israelitas estiveram a ponto de morrer de sede, além de outras 19 referências do monte Sinai, que se nomeiam na Bíblia.

Uma de suas últimas escavações levou Ron Wyatt a descobrir o Arca do Concerto, que está relacionada ao verdadeiro lugar da crucificação de Cristo. Este descobrimento incluía a surpreendente descoberta de sangue seco, que quando foi analisado, resultou ser como nenhum outro sangue encontrado jamais nesta terra... O sangue do próprio Filho de Deus!


Examinando as últimas descobertas arqueológicas de Ron Wyatt, Covenant Keepers deseja partilhar a mensagem por traz destas descobertas, a Arca de Noé, Sodoma e Gomorra, A Travessia do Mar Vermelho, o Monte Sinai, e em particular, e em particular a descoberta da arca da Aliança e o sangue e a água de Cristo sobre o lugar do propiciatório. Preste atenção na apresentação e leia o livreto que explica a mensagem da descoberta da Arca da Aliança, e como ela se relaciona com a marca da besta.

A Arca da Aliança

 

Ao longo da história, a localização do Arca do Concerto tem sido um mistério para a humanidade. Este objeto fabricado sob inspiração divina sem dúvida alguma, já foi o pivô das mais diferentes controvérsias. Até Hollywood lhe conferiu relevância em filmes como Indiana Jones em Busca da Arca Perdida. Especulou-se que o Arca do Pacto está em Etiópia, que esteve em poder dos templarios, etc. Mas não há nada mais longe da realidade. De fato, a Arca NUNCA SAIU DE JERUSALÉM.

A última vez que o Arca é mencionada na Bíblia é em II Crônicas 35:3. O versículo 19 nos diz que ela estava no templo no ano 621 A.C., 35 anos antes da destruição do templo e da cidade de Jerusalém pelo rei Nabucodonosor. Diz que a Arca estava ali naquela época quando o exército Babilônico sitiou a cidade de Jerusalém, e que construíram uma muralha ao redor da mesma, não permitindo que nada nem ninguém saísse dela. Portanto, a Arca do Concerto deve ter permanecido muito provavelmente dentro desta muralha durante o sítio Babilônico, pois não caiu nas mãos do Nabucodonosor nem foi levada a Babilônia.

Em II Reis, a Bíblia faz um inventário minucioso das coisas que saíram dali, incluindo artigos tão pequenos como conchas de sopa, sem nomear um objeto tão relevante e valioso como é a Arca do Concerto.

Ao final da década de 70 e início dos anos 80, do século 20, Ron Wyatt, um arqueólogo norte-americano adventista, conseguiu sob inspiração divina, localizar onde está a Arca do Concerto. Nos parágrafos seguintes, você descobrirá qual é a mensagem que esse impressionante descobrimento tem para o mundo nestes dias finais...

 

Certo dia, em 1978, Ron decidiu fazer uma visita próxima ao Portão Damascus, em Jerusalém, Andando junto a um conjunto de pedras antigas, para conhecer algumas delas, como a “Ladeira do calvário”, ele estava conversando com uma autoridade local sobre antiguidades Romanas. Sem aviso algum, a mão direita de Ron apontou para um sítio sendo usado como depósito de lixo e ele disse, “Que a caverna de Jeremias e a Arca da Aliança estavam ali”.

Embora essas palavras tenham vindo de sua própria boca e sua própria mão ter apontado, ele não teve consciência das coisas que disse ou fez. O homem que estava em sua companhia, completamente fora de suas características, também reagiu estranhamente. Ele disse, “Isto é maravilhoso! Nós queremos que você faça uma escavação, e daremos a você nossa permissão, você pode arranjar um local para ficar e até fazer sua própria comida!” Ron soube que este evento era sobrenatural, mas ele sabia também que nem todos eventos sobrenaturais provêm de Deus. (Apocalipse 16:14).

Assim que retornou para casa nos Estados Unidos, e começou a pesquisar se a Arca poderia estar ou não naquela área. Ele descobriu que II Crônicas 35:3 é a última referência feita sobre a Arca da Aliança, o verso 19 nos fala que isto era no ano 621 A.C, exatamente 35 anos antes da destruição do templo e a cidade de Jerusalém por Nabucodonosor. O texto diz que a Arca se encontrava no templo neste ano. Quando o exército babilônico cercou Jerusalém, ele construiu uma muralha em volta da cidade, não deixando ninguém nem coisa alguma entrasse ou saísse da cidade.

Então, a Arca da Aliança, muito provavelmente ficou na parte de dentro da muralha erguida pelos babilônicos. Como ela não foi capturada por Nabucodonosor e levada para Babilônia, nós assumimos que ela estava escondida no subterrâneo. Isto combina perfeitamente com a área que Ron havia apontado, ela deveria estar no interior da muralha babilônica, em uma câmara subterrânea. Ron e seus dois filhos várias vezes no sítio, descobriram uma abundância de informações. Eles começaram pela escavação no trecho logo abaixo, defronte da base de uma rocha, a base de uma rocha conhecida por muitos como Gólgota. Em 1800 o General Gordon reconheceu que o sitio marcava a descrição bíblica do Calvário, o sítio da Crucifixão de Cristo. A Bíblia descreve a tumba talhada fora da rocha, em um jardim próximo, ela era a tumba de um homem rico que a doou para Jesus (Mateus 27:57-60). Nas proximidades é justamente essa, e a tumba tinha sido apressadamente ampliada, sugerindo que a pessoa que repousou nela, não era a pessoa designada para ela.

No primeiro encontro eles descobriram um recesso cortado na face da pedra, três cortes de fora semelhantes a estante de livros. O pensamento de Ron era que esses poderiam ser os recessos que sustentaram os sinais que os Romanos colocaram sobre a cruz de Cristo. Em Mateus 27:37, Marcos 15:26 e Lucas 23:38 a Bíblia diz que a sobre-inscrição estava escrito “sobre” Jesus, o qual se ajusta com o que Ron encontrou. No livro de João, a Bíblia diz que, “um título”, foi “colocado na cruz”. A palavra Grega  para “na” é “EPI”. EPI pode também ser traduzida como “sobre” ou “acima”.

O tradutor em Mateus, Marcos e Lucas decidiu traduzir EPI como “sobre”, porque ela não teria feito sentido ao dizer que um sinal foi colocado na sua cabeça, mas em João eles traduzirão EPI para significar “na” porque ela faria sentido ao colocar um sinal na cruz. Todavia, eles teriam traduzido EPI a fim de dizer, “um título” era “colocado acima/sobre a cruz”.

Uma outra escavação revelou um altar de pedra sobressaindo da frente da rocha semelhante a uma prateleira. Ron sentiu que possivelmente estas eram ruínas de um altar cristão, sugerindo que os primeiros cristãos sabiam que este era foi um lugar importante. A fundação para uma construção do primeiro século foi também descoberta, na qual acreditou ser uma igreja, novamente adicionando maior significado ao sítio.

Por último, Ron descobriu a evidência segura que o convenceu de que este era o sitio da crucifixão. Quatro cruzes talhadas e cortadas da rocha, uma numa posição mais alta que as restantes, sobre uma plataforma separada das demais. As outras três estavam em um nível mais abaixo e mais à frente. A cruz talhada superior teria sustentado o criminoso “especial”, e nós sabemos pela descrição bíblica que as duas cruzes talhadas colocadas de um lado e a outra do outro, sustentaram os dois ladrões quando Cristo foi crucificado. Neste caso, somente três das quatro cruzes talhadas foram usadas.

Usando um penetrante radar subterrâneo Ron detectou uma grande pedra redonda, quatro metros de diâmetro e sessenta centímetros de largura. Ele tentou descobri-la, mas ela foi enterrada aproximadamente nove metros abaixo do solo. Ele considerou a forte possibilidade dela ser uma enorme lápide. Ela seria a lápide que foi colocada próxima à tumba? Ron voltou-se para a pedra no jardim a fim de ver se ela se adaptava. Ele mediu a largura do canal que guardava a lápide, e qual teria sido o diâmetro dela. Incrivelmente, o canal que foi designado para guardar a pedra tinha uma largura de sessenta centímetros! E o diâmetro teria também se ajustado à pedra que ele encontrou – quatro metros! A Bíblia diz que, “uma grande pedra” foi rolada em frente da tumba de Jesus.

 

A atenção de Ron foi atraída para a cruz talhada a qual era maior que as outras. Se este era o sitio da Crucifixão de Jesus, então esta seria indubitavelmente sua cruz talhada. Uma pedra quadrada cortada tinha sido colocada na cruz talhada usada como um plug. Ela tinha aberturas para deslizar os dedos em cada lado, e quando Ron a removeu, ele observou uma grande fenda na pedreira, estendendo-se da cruz talhada.  Pareceu para Ron uma fenda provocada provavelmente por um terremoto, e a Bíblia diz, em Mateus 27:51, “e a terra tremeu, e as rochas fenderam-se”.

Um dia, durante a escavação, Ron estava se sentindo muito desencorajado, com se Deus não desejasse utilizá-lo mais. Ele imaginou que devia ter feito algo errado e que Deus decidiu excluí-lo de seu trabalho. Enquanto estava sentado no sítio e contemplava as circunstâncias, ele ouviu uma voz que disse, “Deus abençoou o que você está fazendo aqui Ron Wyatt”.

Mais que atemorizado, Ron voltou-se para olhar o homem. Ele estava surpreso e perguntou a si mesmo como alguém sabia seu nome, e além do mais, Ron jamais tinha falado a alguém o que ele estava fazendo ali. Ron respondeu, “Obrigado, você é daqui de perto? E o estranho simplesmente respondeu, “Não”. Tentando iniciar uma conversa, Ron disse, “Você é um turista?” e outra vez o estranho respondeu, “Não”. Mas desta vez continuou a dizer, “Eu vim da África do Sul e estou de caminho para a Nova Jerusalém”. Ron ficou chocado, sabendo que a Nova Jerusalém é uma cidade mencionada na Bíblia como estando no céu.

Depois que o homem saiu, Ron perguntou a outros no jardim se eles já tinham visto aquele homem. Surpreendentemente, todos eles responderam, “Não”. Porém, existia apenas um caminho para entrar e sair desta área, pela qual o homem teria que ter saído. Isto foi um grande encorajamento para Ron no momento em que ele mais necessitava, quando sentia que Deus estava agora abençoando seu trabalho. Logo, tornou-se perigoso demais continuar a escavar debaixo da face da rocha. Portanto, Ron teve que cavar abaixo em vários ângulos.

 

Em pouco tempo ele se encontrou dentro de um sistema de cavernas. Ele trabalhou com um homem árabe de pequena estatura que rastejava através dos túneis, os quais eram também muito pequenos para Ron entrar facilmente. As condições eram desanimadoras, com muita poeira e pouco oxigênio. Às vezes Ron teve que se espremer através de cavernas ainda menores. Certo dia, ele pediu ao homem para cavar através de uma minúscula entrada para a caverna, como sempre fazia. Quando ele acabou de cavar, ele saiu depressa com terror em seus olhos, gritando, “O que é que tem ali! O que é que tem ali!” O Homem saiu apressadamente do sistema de cavernas e recusou-se por retornar para lá outra vez.

Excitado, Ron aumentou a entrada para esta câmara e rastejou para dentro. Ele encontrou-se esgueirando-se entre as rochas que estavam amontoadas quase até o teto. Ficando cada vez mais cansado. Ron começou a tirar as pedras para os lados a fim de revelar o que estava escondido. Ele descobriu algumas placas de madeira podres, as quais, quando ele as removeu, surgiram peles de animais. Alguma coisa brilhante estava sob as peles de animais. Movendo-as para o lado, Ron descobriu a mesa dos pães da preposição, do primeiro templo.

Continuando a retirar mais pedras e madeiras, ele então encontrou uma urna de pedra. A tampa havia rachado e tinha sido movida para o lado. Ron dirigiu a luz de usa lanterna através da rachadura e viu uma arca de ouro batido. Ele sabia que estava olhando para a Arca da Aliança.

Cheio de emoção e sofrendo de pneumonia ficou inconsciente durante 45 minutos naquela caverna. Isto foi no dia 6 de janeiro de 1982, quando Ron fez esta incrível descoberta. Ele tentou tirar fotografias com uma Polaroid, mas as fotos saíram embaçadas. Ele retornou com um colonoscópio, mas novamente as fotos saíram embaçadas.

Ainda naquela caverna, Ron encontrou o candelabro com sete braços, uma espada gigante (sem nenhuma inscrição, mas possivelmente era de Golias), um efod, o tabernáculo do deserto, o altar de incenso entre outras coisas. Ron retornou para a caverna numa ocasião posterior, desde que ele visitou a primeira caverna ela foi completamente arrumada. Rom contou (embora estivesse estressado ele não ouvia vozes, e não era um profeta) que ainda não era o momento para o mundo ver esta descoberta com os seus próprios olhos.

O tempo está vindo quando os habitantes do mundo terão uma lei religiosa universal e obrigatória sobre eles. Esta lei forçará o homem a quebrar a lei de Deus, sob pena de perder seus direitos (sendo impossibilitado de comprar ou vender, Apoc. 13:17). Algum tempo depois que esta lei for aprovada, Deus permitirá que as tábuas de pedra (os dez mandamentos) e um bom e claro vídeo da Arca da Aliança seja mostrado publicamente. “Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada”. Sal. 119:126).

Enquanto esteve na câmara, Ron observou uma substância negra e seca numa fenda localizada no teto, sobre a Arca da Aliança. Ele observou que esta substância negra estava, além disso, sobre a tampa da pedra rachada da urna. Obviamente, esta substância tinha pingado da rachadura do teto, e a disposição tinha sido feita para ela cair sobre a Arca da Aliança, como a tampa da pedra tinha sido rachada e movida para o lado. Ron, perguntou-se se a substância poderia ser sagrada, e que Deus fez provisões para ela cair sobre o propiciatório da Arca da Aliança. Ele recordou-se do terremoto que provocou uma fenda ao pé da cruz talhada, e a repentina e terrível obra como a que aconteceu, veio sobre ele.

Ron seguiu a fenda que o terremoto causou, e precisamente ela era a mesma fenda como sob uma das cruzes talhadas. A substância negra na rachadura foi testada e provada como sendo sangue, aparentemente o sangue de Jesus Cristo. A Bíblia diz que quando Jesus morreu ocorreu um terremoto e as rochas fenderam-se (Mateus 27:51). Um soldado romano perfurou Cristo com uma lança em seu lado para ter a certeza que ele já havia morrido, logo em seguida verteu sangue e água do corpo de Cristo (João 19:34). Ron descobriu que este mesmo sangue e água foram derramados abaixo através da fenda provocada pelo terremoto e desceu até cair sobre o Propiciatório da Arca da Aliança.

As células humanas normalmente têm 46 cromossomos. Estes são atualmente 23 pares de cromossomos iguais. Em cada par de cromossomos, um dos pares é da mãe e o outro membro pertence ao pai. Então, 23 cromossomos vem da mãe e 23 do pai. Em cada grupo de 23, 22 cromossomos são auto-suficientes e um é o determinador do sexo. O determinador do sexo um são os Cromossomos X e o Cromossomo Y. Femininos são XX, portanto, eles só podem contribuir com um cromossomo X para a descendência deles, enquanto que masculinos são XY, os quais eles permitem contribuir com um X ou um Y. Se eles contribuem com um X, a criança é feminina, enquanto que, se eles contribui com Y, a criança é masculino. O mais fascinante encontrado neste sangue foi que, em vez de 46 cromossomos, existiam somente 24. Existiram 22 cromossomos auto-suficientes, um Cromossomo X e um cromossomo Y. Esta evidência mostra que a pessoa a quem pertenceu este sangue teve uma mãe, mas não um pai humano,

(Tradução: Marcelo Gomes. Edição: Robson Ramos.)